segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Diplomas de EAD emitidos no exterior serão validados por Instituições Federais

O Ministério da Educação (MEC) fixou critérios para validar diplomas concedidos por instituições de ensino estrangeiras para cursos de educação a distância.
A validação ficará sob responsabilidade das universidades federais que oferecem curso de graduação a distância equivalente ao que se refere o diploma em análise. Os estudantes interessados devem procurar as instituições federais para validar o diploma.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira em portaria normativa assinada pelo ministro Fernando Haddad.

Fonte: Último Segundo - IG

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Lousas eletrônicas nas escolas


Uma das novidades tecnológicas que o MEC planeja levar às escolas de todo o Brasil é a lousa eletrônica – composta de uma caneta e um receptor, que devem ser acoplados ao projetor Proinfo (equipamento com computador e projetor ofertado pelo MEC aos estados e municípios). O registro foi feito pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá, na quinta ( 22 de setembro ) durante pronunciamento no plenário do Senado.

Segundo Jucá, além da lousa eletrônica, o leitor em braile também fará parte dos equipamentos tecnológicos que o MEC pretende instalar em todas escolas brasileiras. A lousa eletrônica está em processo de licitação para compra no FNDE.
- Tanto a lousa quanto o leitor em braile são equipamentos que irão contribuir substancialmente com a melhoria do ensino brasileiro; pois facilitam a vida do professor e dos alunos . Sem dúvida vou trabalhar para levar estas facilidades tecnológicas para Roraima – disse Romero Jucá.

O protótipo do leitor em braile,  permitirá que alunos com deficiência visual escrevam e ao mesmo tempo ouçam o que escrevem. A ferramenta tem uma câmera digital que captura as imagens de um livro ou jornal, por exemplo, e transforma a imagem em texto em braile, gerando o áudio correspondente. Por meio de um visor, o professor poderá acompanhar o trabalho do estudante. O protótipo, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), está em fase de testes e deve estar pronto em seis meses.

Novo modelo de compras economiza recursos e permite mais investimento nas escolas públicas.
Jucá também elogiou durante seu pronunciamento no Senado, o novo modelo de compras adotado pelo MEC que permitiu economizar em dois anos, R$ 866 milhões na compra de equipamentos para escolas.
O orçamento do Ministério da Educação (MEC) passou de R$ 19 bilhões em 2003 para R$ 62 bilhões em 2010, com um empenho em tornar o uso dos recursos mais eficiente.

O resultado das compras também beneficia estados e municípios, que podem adquirir os produtos por meio da adesão aos pregões eletrônicos de registro de preços feitos pela FNDE. Esse método tem sido adotado para a compra de uma gama variada de produtos, de uniformes e bicicletas escolares a computadores, livros e laboratórios do programa e-Tec, que oferece ensino técnico a distância.

O poder de compra em escala do Estado é usado para diminuir o preço e influencia a política industrial. O MEC compra para quase 60 milhões de pessoas: 50 milhões de alunos da escola básica, mais de seis milhões na educação superior e cerca de quatro milhões de profissionais de educação.

Modelo – O modelo de compras da área educacional se baseia na medição dos indicadores da rede de educação pública. Após analisar esses dados, são traçados os critérios de atendimento dessa rede. O planejamento das compras é, então, debatido em audiências públicas, para melhor especificação dos produtos. Em seguida é feito um estudo do mercado fornecedor para a definição do formato do pregão. “Além da uniformidade dos procedimentos, da padronização dos produtos e serviços, da racionalização dos processos e da redução dos custos operacionais, o modelo permite ganho em função da economia de escala, controle mais eficiente dos gastos, transparência e celeridade”, explica o secretário executivo do MEC, José Henrique Paim.

Fonte: MEC

Regulamentação do EAD

Apesar de certo preconceito quanto a modalidade, a Educação a distância já acontece a muito tempo e vem mostrando que tem capacidade de atender as reais necessidades de um país tão grande quanto o nosso, levando oportunidade a quem antes não poderia ter uma formação de qualidade.


No Brasil, a formalização legal para a modalidade de educação a distância foi estabelecida pela LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (lei 9394/96). Essa modalidade é regulada pelo decreto 5.622/05; pelo decreto 5.773/06; pelo decreto 6.303/07 e pelas portarias normativas 40/07 e 10/09.


A regulação dos cursos superiores a distância segue dinâmica semelhante a dos cursos presenciais. Para iniciar a oferta de um curso superior na modalidade a distância a instituição precisa ser credenciada pelo MEC para essa finalidade.


Com as novas políticas de certificação, reconhecimento, etc. vem ganhando maior credibilidade, fazendo que os futuros alunos tenham maior segurança ao ingressar em cursos dessa modalidade.